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Erupção Vulcânica: As 36 famílias deslocadas de Chã das Caldeiras serão alojadas em casas até final de Janeiro

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Actualizado a 16/01/2015, 10:25 São Filipe, 16 Jan (Inforpress) – As trinta e seis famílias deslocadas de Chã das Caldeiras, que estão no centro de acolhimento dos Mosteiros, vão ser realojadas em casas arrendadas até final de Janeiro, disse o presidente substituto, Jaime Monteiro Júnior. O edil substituto disse que até este momento sete das trinta e seis famílias que estavam no centro foram realojadas em casas e o processo está em curso, e segundo o mesmo a ideia é fechar o centro até final de Janeiro, porque não é ético manter as famílias separadas durante todo esse tempo. As despesas de renda temporária das casas são assumidas pelos Ministérios do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território (MAHOT) e de Juventude, Emprego e Desenvolvimento dos Recursos Humanos (MJEDRH) que, segundo o edil dos Mosteiros, vai garantir um subsídio às famílias. Neste momento a edilidade dos Mosteiros está a apoiar as famílias no transporte de algumas pertenças que estão em outros pontos da ilha e a criar as condições para o normal funcionamento das mesmas. Até o final desta semana, Jaime Monteiro Júnior acredita que mais sete ou oito famílias deslocadas de Chã das Caldeiras e que estão no centro de acolhimento dos Mosteiros vão ser realojadas em casas arrendadas. Já no centro de acolhimento de Achada Furna, no município de Santa Catarina do Fogo, quatro famílias continuam a residir em tendas há cerca de dois meses e o realojamento em casas alugadas vai depender da disponibilidade. João Aqueleu Barbosa Amado, edil de Santa Catarina, disse que a edilidade está à procura de casas para alugar em Achada Furna e Monte largo porque as famílias que estão nas tendas não querem ficar mais distantes das demais famílias de Chã das Caldeiras, anotando que nestes dois povoados não existe, de momento disponibilidade de casas para o efeito. A erupção vulcânica de 23 de Novembro de 2014 e ainda em curso destruiu os dois principais povoados, Portela e Bangaeira, assim como o pequeno núcleo populacional de Ilhéu de Losna e uma extensa área de cultivo, sobretudo de feijões, batatas, mandiocas, mas também de fruteiras, deixando cerca de 1.300 pessoas desalojadas. JRInforpress/Fim
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