26 Junho 2022

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Guiné-Bissau: Pedro Pires quer que governo persista, governe e resolva os problemas mais urgente do país

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Cidade da Praia, 14 Out (Inforpress) - O ex-presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, afirmou hoje que a situação da Guiné-Bissau aconselha algum silêncio, mas disse esperar que o Governo de Carlos Correia persista e resolva problemas mais urgentes do país. Ex-chefe de estado cabo-verdiano, que falava aos jornalistas à saída de um encontro com o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, onde o assunto foi analisado de “forma rápida” adiantou que os acontecimentos que tiveram lugar nos últimos meses na Guiné-Bissau foram imprevistos, mas que outros possam ser impressíveis. “De modo há que ter cautela e aguardar algum distanciamento e ter alguma paciência espera que as coisas clarifiquem”, disse acrescentando que o importante agora é acompanhar e ver o funcionamento do Governo. “Vamos acompanhar e ver o funcionamento do Governo e, a partir daí, tirar alguma conclusão”, disse. Sobre o primeiro-ministro guineense, Carlos Correia, que, conforme adiantou, “conhece bastante bem porque estiverem juntos no PAIGC”, disse que por ser quarta vez que esta á ser indicado para dirigir o Governo da Guiné- Bissau, demonstra por isso que “é uma pessoa com prestígio. “É uma pessoa da minha geração, mas da última vez que estive na Guiné encontrei-o fisicamente e intelectualmente bem, de modo que o meu desejo que se unam todos à figura do engenheiro Carlos Correia e façam um Governo que trabalhe e resolva os problemas do país”, augurou. Pedro Pires disse acreditar que Carlos Correia poderá desempenhar esse papel “aglutinador” no momento crítico, e que, do lado de Cabo Verde, resta acompanhar com esperança. O novo Governo guineense, liderado por Carlos Correia, foi empossado na terça-feira, 13, e substitui o demitido em Agosto pelo Presidente José Mário Vaz, na sequência de incompatibilidades com o então primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, igualmente líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). MJB/CP Inforpress/Fim
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