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Serviço de Proteção Civil transfere materiais e equipamentos instalados no Fogo para o “stock” na sua sede na capital

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Actualizado a 05/03/2015, 19:04 Cidade da Praia, 05 Mar (Inforpress) – O Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, (SNPCB) está no processo da retirada dos seus materiais e equipamentos instalados na ilha do Fogo na sequência da erupção vulcânica de 23 de Novembro. De acordo com o presidente do SNPCB, Arlindo Medina, geradores, mantas, lençóis, televisores de entre outros materiais doados pela República de Angola aos serviços da Protecção Civil estão a ser recuperados para, em eventuais situações de calamidades ou catástrofes, prestar auxílios e socorros às vítimas em qualquer ponto do país. Explicou que todos os equipamentos da protecção civil retirados da ilha do Fogo estão bem assinalados com o logótipo “oferta da Protecção Civil de Angola ”, ressalvando tratar-se de uma oferta entre dois parceiros na gestão de catástrofe. A este propósito disse que o SNPCB recebeu 29 televisores plasmas na ilha do Fogo, distribuídos em número de três por cada centro de acolhimento, e que dez destes aparelhos, alguns geradores de pequenas dimensões, caixas com extensões eléctricas, lanternas, fardamentos de bombeiros, rádios de comunicação já estão a caminho da Cidade da Praia para repor o estoque na capital. Quanto aos geradores de grandes potências, esclareceu que os SNPCB tem uma lista de Angola que aponta para uma oferta de dez geradores, mas que a instituição que representa recebeu apenas oito, sendo quatro por via aérea e outros tantos por via marítima e que todos se encontram na ilha do Fogo. Arlindo Medina fez questão de afirmar que o grosso dos materiais da Protecção Civil viajam para a Cidade da Praia, no quadro de um plano de retracção dos materiais, “mediante consentimento da ministra que tutela a área”, mas explica que alguns terão de ficar na ilha do Fogo de forma a criar uma estrutura de resposta local. Segundo este responsável, os materiais que estão a viajar para a Cidade da Praia nunca foram requisitadas para a população do Fogo, mas sim para o Serviço Nacional da Protecção Civil. De acordo com Arlindo Medina, os militares que se encontram destacados na ilha vão regressar na próxima semana. SR Inforpress/Fim
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